Viajar para mim é preciso, é uma das inspirações principais para o andamento dos meus registros fotográficos e … faz bem para o meu ego.Após 4 dias da mais recente viagem que fiz a Santana de Pirapama-MG, novamente fui convocado a fazer outra viagem, dessa vez para Ouro Branco, Itatiaia e Congonhas, cidades mineiras, quais também já tinha fotografado. Pensei: bem que poderia ser outras cidades que não conheço… mas tudo bem, sem problemas. Concordei com os detalhes e acertos, a viagem seria para o dia 24/7/08. Conforme combinado, às 7h00 da matina estava eu de prontidão aguardando o casal (jornalistas) que seriam meus novos companheiros de viagem/trabalho e que me conduziriam a Ouro Branco e adjacências. Chegamos em Ouro Branco às 9h00 e fomos direto para prefeitura procurar a jovem senhora graça, como o nome diz, é uma graça de pessoa e ela seria a guia que nos conduziria a diversos lugares. Após fazer algumas fotos de vários pontos da cidade fomos ao encontro de uma personalidade local, Dona Jandira, na pequena Itatiaia. Chegamos lá por volta das 14h00, e para minha surpresa não imaginava que seríamos tão bem recebidos com tanta simpatia por aquela senhora cantora, uma alagoana esbanjando alegria e jovialidade aos 69 anos e habitando há mais de 20 anos nas terras mineiras.
Dona Jandira
Conhecer Dona Jandira, fotografá-la, bater um bom papo foi muito gratificante. Já a conhecia através de matérias suas nos jornais e televisão. Dona Jandira foi generosa com a entrevista concebida aos meus amigos profissionais. Cantou e mostrou seu CD que está em final de produção. Ela atendeu aos meus pedidos musicais e de tanto entusiasmo arrisquei-me a cantarolar com ela. O CD será lançado em Belo Horizonte, e prontamente nos convidou para o lançamento. Saímos em grupo (sem Dona Jandira) pela cidadezinha e fiz dezenas de fotos que preencheu minha alma. Realizei um bom trabalho com excelentes cliques de Dona Jandira e daquele lugar iluminado pela mãe natureza. Partimos com destino a Casa de Tiradentes, local de grande importância na cultura e história de Minas Gerais e do nosso país.
Encontro com Nierson
A noite caia, e precisávamos retornar para Ouro Branco. Fomos para o hotel onde pernoitaríamos. Jantamos e fomos assistir um grande espetáculo de música, dança e arte circense em praça pública, show esse que fazia parte do evento Festival de Inverno. Estávamos bem assessorados pelo pessoal da prefeitura; escritores da região e pela sorridente Graça e o grande humorista Edísio Rufino Torres que ‘incorpora’ o personagem Nierson da Caratinga (isso mesmo!). Após o término do show fomos a uma pizzaria de propriedade de Edisio que não deixou nada a desejar em matéria de atendimento e das deliciosas pizzas, as quais saboreamos acompanhadas de cervejas. Na hora lembrei-me da também querida São Paulo, bairro Bixiga. Saímos de lá mais de meia-noite direto para os aposentos.
Bom clique; boa comida
O dia amanheceu radiante, e como de costume o meu entusiasmo para fotografar, sempre a flor da pele. Saímos em busca de um hotel fazenda de procedimento histórico. Chegando lá deparei-me com um belo lago onde refletia um bonito casarão nas suas águas límpidas e “azuis”. Lá fiz dezenas de fotos e também fui fotografado pela Graça que revelou-se uma boa fotógrafa (também com um “modelo ” desse aqui… risos). Não me contive e fiz fotos de todos os cantos e lados, ângulos. Também, um lugar daqueles com todo o esplendor da natureza… não era para menos. Saímos de lá com destino ao cento de Ouro Branco para “pegarmos” um almoço bem mineiro e nada maneiro. Após o almoço fizemos novos contatos profissionais na prefeitura e quando menos esperávamos surge Dona Jandira que veio cuidar dos acertos com relação ao lançamento do seu disco.
O ambiente de trabalho estava bem agitado e cheio de mistério… era o aniversário de uma funcionária (ficamos sabendo em segredo), e o pessoal estava programando uma festa surpresa para a aniversariante e fomos convidados a participar. Nem precisa dizer que foi ótimo. Dona Jandira cantou acompanhada de um músico e seu violão e um som de parabéns prá você, claro! um bolo regado a refrigerantes completava a festa com direito a doces e salgados, também. Não ficamos até o final pois teríamos que retornar a nosso destino de origem e que não deu tempo de irmos a Congonhas, ficaria para outra ocasião. Deixamos Ouro Branco bem no final da tarde acompanhados por um belíssimo pôr-do-sol, Deus e nosso Senhor. Retornamos ao nosso ponto de partida, Sete Lagoas, às 19h30; fizemos uma boa viagem com bons resultados e boas lembranças. Agora… aguardar a próxima viagem, e que seja bem próximo.


