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Cartões Postais:Mauricio Cardim

“A mostra inspira o visitante a “viajar” através de paisagens urbanas e arquitetônicas nos cartões postais de Maurício Cardim é prorrogada até 30 de setembro
A exposição apresenta 90 cartões-postais de vários estados brasileiros, assim como algumas notícias relacionadas a eles. O fotógrafo, tem mais de mil imagens transformadas em cartões, e á a primeira vez que realiza exposição somente com cartões de sua autoria, haja vista que é colecionador também há mais de 30 anos. “Essa é a primeira vez que exponho somente cartões-postais. Já inclui alguns exemplares de cartões com fotografias” diz Cardim. “É um passeio pelas belezas arquitetônica, urbanas dos estados brasileiros esta mostra de Maurício Cardim”, afirma Francisco Martins que assina a curadoria da exposição. Mauricio Cardim é um fotógrafo viajante, e há mais de 26 anos com suas lentes aguçadas vem retratando o País. As mais belas paisagens do país estão imortalizadas em seus cliques. EDITORIAS:
A exposição tem apoio cultural de Rede Padrão de Comunicação, Revista Hobby, Formas & Meios e Stimi Kennedy.

Serviços:
“Cartões Postais de Mauricio Cardim
Local: Espaço Cultural Maria Magdalena Alves Padrão
(prédio da Rádio Musirama FM). rua Níquel, 457,
Morro do Claro, Sete Lagoas-Mg.Horário: Dás 9 às 21 horas.
Até 30 de setembro
Entrada franca

 
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Publicado por em 08/08/2009 em entrevistas

 

MÔNICA WALDVOGEL

Cercada de móveis claros, orquídeas, livros e uma ampla sala cheia de luz natural, Mônica Waldvogel não é muito diferente daquela jornalista séria que aparece na Tv.

Uma das mais conceituadas jornalistas-apresentadora do Brasil, ela está com 47 anos de idade e quase 25 de profissão, e somente agora comemora uma conquista inédita em uma carreira já cheia de êxitos: um ano de sucesso apresentando o programa “Saia Justa”, no canal GNT. Referência na tv por assinatura. O programa reúne, pela primeira vez, quatro mulheres de diferentes idades e profissões para discutir assuntos cotidianos como se estivessem batendo papo no sofá da sala de estar. “O Saia Justa”- projeto da própria Mônica divide espaço a cantora Rita Lee, a atriz Marisa Orth e a escritora Fernanda Young. Claro que entre os bate-papo sempre surge alguma polêmica, ambas tem atingindo em cheio as telespectadoras. Mônica concedeu uma rápida entrevista a Formas&Meios, com respostas objetivas, diretas e decididas como é de seu feitio, confira!

F&M – Como surgiu o jornalismo na sua vida?
Waldvogel: Eu tinha uns doze anos, uma prima ia prestar vestibular para jornalismo. Aí eu perguntei o que era isso, ela falou “Jornalista é alguém que vai nos lugares onde as coisas acontecem, vê tudo, volta e escreve para as pessoas saberem o que aconteceu”. Achei a definição sensacional. Pensei rápido, é isso que eu quero.
F&M – Você já tinha em mente televisão?
Waldvogel: Não, não tinha em mente. Eu queria ir para um lugar onde as coisas aconteciam (risos). Para quem eu ia contar, ou como, ou veículo, isso não tinha a menor importância.
F&M – A televisão ainda era um terreno muito masculino?
Waldvogel: Acho que ainda é. Claro, hoje existem muitas mulheres, elas são a maioria. As mulheres são boas jornalistas e tem tudo a ver com jornalismo.
F&M – Quantos filhos você tem?
Waldvogel: Tenho um filho de 28 anos. Ele é geógrafo. Hoje pediu para ir a minha dermatologista, porque está perdendo muito cabelo, está ficando como você, (risos).
F&M – Como nasceu o “Saia Justa”?
Waldvogel: Fui eu que levei o projeto para a GNT, alguns amigos tinham me dado idéia de fazer um programa, como o “Manhattan Connection”, só mulheres. Achei que o ideal seria com mulheres mais maduras, já tivessem alguma estrada.
F&M – O que você acha dos programas femininos existentes?
Waldvogel: Os programas femininos são muito previsíveis, e nem de longe falam com essa mulher, mulher parecida comigo, que enfrentou a terceira onda do feminismo. Mulher gosta de algo mais que fofocas e receitas de bolos.
F&M – E que mulher é essa?
Waldvogel: Aquela que tem de levar a profissão, e ao mesmo tempo estar pressionada com a agenda de beleza, de estética. Você ainda tem que ser bonita, magra e uma excelente profissional. [francisco martins - fmartins.jor@itelefonica.com.br]
* Reportagem de final de 2002 para AgênciaFM e transcrita por Formas&Meios.

 
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Publicado por em 07/03/2008 em entrevistas

 
 
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