“O Brasil sob o olhar de Mauricio Cardim “exposição de fotos coloridas e inéditas de diversos pontos do país, retratados por Mauricio Cardim, comemora seus 25 anos de carreira, a partir de 19 de janeiro na Casa da Cultura de Sete Lagoas – Minas Gerais.
Câmera em punho, um olhar viajante Mauricio Cardim já percorreu grande parte do país sempre revelando belas imagens. Há 25 anos interruptos o fotógrafo vem fotografando profissionalmente nosso país, artistas, politicos, pessoas famosas e menos famosas, eventos sociais e artísticos, natureza, dentre outros temas. Sua carreira teve início na capital paulista em 1983 e onde viveu 33 anos, mudando-se para Sete Lagoas onde reside há 2 anos e vem retratando a cidade há mais de 4 anos. Dessa sua trajetória profissional Mauricio Cardim também está comemorando 10 anos de Fotógrafo-expositor. Ele já apresentou seus trabalhos nos mais variados e prestigiosos espaços culturais da capital paulista e do país, como por exemplo: EMTU, SESI, SESC, SENAC, Memórial do Imigrante, Caixa Cultural São Paulo, Bibliotecas Kennedy, Alceu Amoroso Lima, Mário de Andrade, Oficinas Culturais, Casas de Cultura, Shoppings Centers, Museu e Centro Cultural de Araraquara, Pinacoteca de Santos, Centro Cultural de Porto Seguro, Casa da Cultura de Sete Lagoas, Museu Ferroviário de Sete Lagoas, Espaço Cultural Maria Magdalena Alves Padrão-Sete Lagoas, Palácio da Cultura de Matozinhos e também no Center Culturel Alfred Dellaire-Montreal, Canadá. Nesses 10 anos de exposições realizadas foram mais de 100 exposições exibidas com sucesso e apoio total de todas as mídias, escrita, falada, televisada e eletrônica.
Minas Gerais

Sua história profissional com Minas Gerais apesar de recente não é menos importante e se deu aproximadamente 4 anos através do Projeto “Um olhar sobre o Brasil” onde juntamente com o competente Fotógrafo-poeta e parceiro constante Alan Wehner, fizeram várias exposições entre as quais na Casa da Cultura de Sete Lagoas, Palácio da Cultura de Matozinhos e outros espaços culturais de São Paulo. Outro fator importante e decisivo que fez Cardim fixar-se na cidade foi a parceria profissional com o Radialista, Jornalista e Empresário de Comunicação, Geraldo Padrão. De lá para cá, ele tem-se dedicado a fotografar as cidades do Estado de Minas Gerais, totalizando até o momento 99 cidades e 15 mostras fotográficas.
Sete Lagoas para os paulistanos
Mauricio Cardim sempre tem um estilo pioneiro e muito peculiar de retribuir aos que lhe acolhem com tanta consideração. Foi o que aconteceu quando da mostra realizada sobre a cidade de São Paulo em Sete Lagoas. Agora, ele vai retribuir aos mineiros mostrando Sete Lagoas aos paulistanos. Esta é a meta de Cardim e sua assessoria Formas & Meios, em São Paulo. São vários espaços em análise para mostra em São Paulo, para qual ele busca apoio para viabilizar a exposição. Portanto, investir ou patrocinar uma mostra qualitativa como as realizadas por ele, em qualquer lugar, é sempre um momento de grande visibilidade para empresas que apoaim e associam seus nomes a projetos sócio -cultural. (FM)

Menezes Comunicação informa: Exposição “A casa brasileira do MCB – Memórias de um acervo” a partir de 13/02.
Pela primeira vez, em duas décadas, o Museu da Casa Brasileira expõe mais de 250 peças de seu acervo, do século 17 ao 21, com museografia que as agrupa em recortes baseados nos verbos ou funções da casa, como dormir, guardar, ouvir, rezar, sentar, servir. A mostra “A casa brasileira do MCB”, que ocupará todo o piso térreo do solar, permite uma visão de conjunto da coleção, possibilitando aproximações sobre suas características atuais e as intenções pretendidas. Os móveis e objetos serão distribuídos nas cinco salas de mostras temporárias e no espaço expositivo destinado à mostra de longa duração do acervo MCB, revelando elementos da memória material da casa brasileira. Em suas representações, é possível observar valores e necessidades que definem a diversidade formal para a mesma função. Esta exposição nos aproxima do cotidiano para observar hábitos, rever identidades, avaliar praticidades, e perceber a transformação através do tempo das diversas técnicas e materiais. “Formada por algumas preciosidades, pretendemos mais que mostrar o objeto isolado, avaliar os grupos e sua representatividade na história material da casa brasileira. É o conjunto que nos interessa”, diz Giancarlo Latorraca, diretor Técnico do MCB.
“A Casa Brasileira do MCB” é uma compilação do que foi reunido ao longo da existência do museu, que completa 38 anos em maio, com certo distanciamento ou sem compromisso de retrospectiva, respeitando o patrimônio constituído que passou ultimamente por restauro e novas aquisições. Algumas peças importantes que estavam em outros museus retornaram ao acervo do MCB que, ao incorporar alguns ícones do design brasileiro, estendeu seu período de abrangência ao século 21. O acervo do MCB, face material da memória recolhida até então sobre a casa brasileira, não representa uma trajetória retrospectiva. A exposição revela-se uma oportunidade para refletir sobre seu futuro, origens e formação de acervos públicos, definição de critérios de continuidade, como políticas de aquisição, considerando também novas formas de expandir conteúdo informativo sem ampliação de reserva técnica. Com esta mostra o MCB reforça sua missão de oferecer à sociedade um espaço cultural acessível e democrático que, além de expor seu acervo de mobiliário e objetos da casa brasileira, reflete sobre questões relativas à arquitetura e ao design. O público poderá conhecer um pouco da história do Brasil e da cidade de São Paulo, bem como as transformações e estilos do mobiliário brasileiro ao longo de quatro séculos.
Entre as peças em exposição, citamos uma de cada século. Do século 17, uma cama de bilros, de Portugal, cuja denominação se deve ao fato de possuir, entre as barras entalhadas, pequenas peças semelhantes a fusos ou bilros de fazer renda, de origem árabe ou indiana. Do século 18, uma cômoda arcaz, característica do mobiliário brasileiro, utilizada nas sacristias e nas grandes casas, apresenta fino trabalho de marchetaria em madeira mais clara, no estilo D. José I. Do século 19, cadeira sanitária, de Ilhabela (SP), tem estrutura de uma cadeira comum, exceto pela tampa no assento que revela o urinol no interior. Esse tipo de peça era usada nos quartos até a instalação de sistemas de canalização de esgotos. Do século 20, a poltrona John Graz, criada em 1949 e reeditada nos anos de 1980 com base num rascunho deixado por Graz. Do século 21, a poltrona Diz, de Sergio Rodrigues, que graças à sua dupla curvatura consegue ser confortável sem um único estofado. Outra peça a ressaltar na mostra é o móvel de múltiplas utilidades, criado em 1917 e doado ao MCB por Pietro Maria Bardi. É um “móvel surpresa” que se transforma em cama, penteadeira e escrivaninha.
Serviço
Exposição: “A casa brasileira do MCB – Memórias de um acervo”
Visitação: de 13 de fevereiro a 30 de março
De terça a domingo, das 10h às 18h
Local: Museu da Casa Brasileira – Av. Faria Lima, 2705 – Tel. 11 3032-3727
Jardim Paulistano São Paulo – Site: http://www.mcb.sp.gov.br/Ingresso: R$ 4,00 – Estudantes: R$ 2,00 – Domingo sempre gratuito
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas monitoradas : 3032-2564 Email agendamentomcb@terra.com.br
Informações para a imprensa:
Menezes Comunicação Tel. 11 3815-1243 3815-0381 9983-5946
Contato: Letânia Menezes/Silvana Santana menezescom@uol.com.br
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